Publicado em 04/06/2016 às 10h01

Cidades

Fórum vai discutir em Goiânia moradia popular

Os desafios para os gestores públicos de habitação diante do ambiente econômico de escassez de recursos e as perspectivas para...

Os desafios para os gestores públicos de habitação diante do ambiente econômico de escassez de recursos e as perspectivas para a saída da crise são o tema central do Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social, cuja 63ª edição será realizada em Goiânia, nos dias 7 e 8, terça e quarta-feira, pela Associação Brasileira de Cohabs e o Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano. A Agência Goiana de Habitação será a anfitriã do evento, no Centro de Convenções de Goiânia, com presença de ministros, governadores e gestores da área de habitação de estados e municípios.

Com um novo formato desde 2010, o Fórum vem reunindo gestores públicos de todo o Brasil, assim como representantes da sociedade civil para tratar os temas mais importantes do setor. Os debates terão foco nas gestões públicas das três esferas de governo (União, estados e municípios) e com representantes da sociedade civil, abordando as diversas alternativas para atendimento à população no cenário atual, identificando as fontes de recursos e possibilidades de parcerias com o setor privado.

Para o presidente da Agehab, Luiz Stival, a importância da discussão do tema se torna ainda mais evidente com o recente anúncio de cortes do Programa Minha Casa Minha Vida. “Quais são as perspectivas para a retomada dos níveis satisfatórios de investimentos? É um momento de buscar alternativas, trocar ideias e também se unir para exigir em conjunto melhorias para a área”, ressalta.

Serão apresentadas durante o Fórum as experiências que estados e municípios vêm desenvolvendo para produzir e apoiar a produção de moradia, além de desafios da melhoria das condições das casas, com destaque para a regularização fundiária e imobiliária. Ganham destaque ainda os programas de reforma e melhorias habitacionais e as ações integradas visando preservar a qualidade dos conjuntos habitacionais pós-ocupação.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.forumdehabitacao2016.com.br. A taxa é gratuita para os participantes de Goiás.

Iniciativa premiada
Além de receber outros agentes públicos de habitação de interesse social nesta edição do Fórum, a Agehab também será premiada durante o evento. No último mês, a empresa conquistou mais dois prêmios nacionais pela execução de políticas públicas de habitação de interesse social. A ABC divulgou a relação dos 13 projetos vencedores do Selo de Mérito 2016, entre os quais dois são da Agehab: Cheque Mais Moradia, na categoria Ações Estruturantes, e Trabalho Social e Regularização Fundiária Plena, categoria trabalho social.

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A conquista desses prêmios coloca mais uma vez em evidência o trabalho de elevado nível técnico e compromisso social da equipe da Agência. “Com planejamento, foco em resultados e programas bem estruturados e de grande alcance social, como são o Cheque Mais Moradia e o Casa Legal, o atual governo tem promovido uma revolução na área de moradia nos municípios e na vida das famílias que mais precisam da intervenção do poder público para ter acesso à casa própria e à segurança patrimonial”, ressalta Luiz Stival.

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O prêmio
Esta é a segunda vez que Goiás recebe a premiação da ABC. A primeira foi em 2013, com o programa Casa Legal, destacado como o melhor programa de regularização fundiária do País. O Selo de Mérito  é uma das mais importantes vitrines nacionais para a gestão pública na área de habitação. Também foram premiadas experiências de companhias e secretarias de habitação do Pará, Acre, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Bahia.

Promovido pela ABC e o Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano – FNSHDU, o Selo de Mérito teve 29 projetos inscritos de 19 instituições públicas em sua edição de 2016, que foram submetidos à Comissão Julgadora composta por representantes da Secretaria Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU), Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.

 

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