Publicado em 21/01/2016 às 10h43

Emprego

5,9 mil disputam vagas para auditor fiscal de Goiânia

  Quase seis mil pessoas disputam no próximo dia 31 as vagas oferecidas no concurso para auditor fiscal de Goiânia....

 

Quase seis mil pessoas disputam no próximo dia 31 as vagas oferecidas no concurso para auditor fiscal de Goiânia. Os candidatos buscam um dos 30 postos com salário de R$ 10.558,84. Incluindo as 60 oportunidades previstas no cadastro de reserva, a concorrência chega a 66 candidatos por vaga, segundo informações do Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás (UFG), organizador do certame.

Do total de 5.947 inscritos, 144 disputam vagas reservadas a pessoas com deficiência, conforme regulamenta o Decreto nº 3.298/99. Também por força legislativa, das inscrições homologadas pela UFG, 844 foram isentas de taxa. Para provimento do cargo, será necessária aprovação nas duas etapas do concurso: realização de provas e curso de formação.

A primeira delas será realizada no último domingo deste mês em dois turnos: matutino e vespertino. Pela manhã, haverá exame objetivo composto por 40 questões de múltipla escolha sobre língua portuguesa, matemática, raciocínio lógico, informática, geografia, história, conhecimentos gerais de Goiânia e Goiás, economia, finanças públicas e administração pública. À tarde serão 70 questões de múltipla escolha sobre auditoria e contabilidade gerais e das instituições financeiras, direitos administrativo, civil, constitucional, empresarial, penal e tributário; além de legislação tributária municipal.

O resultado final do concurso está previsto para o dia 31 de maio.Os aprovados vão compor o quadro da Secretaria Municipal de Finanças (Sefin).

O certame, de acordo com o prefeito Paulo Garcia, é parte de um pacote de investimentos para modernização da administração tributária goianiense. O último concurso para o cargo de auditor fiscal foi realizado em Goiânia em julho de 1997. “Queremos recuperar parcialmente a perda de quantitativo de auditores que ocorre na prefeitura desde a década de 80”, justifica Paulo Garcia.

Fonte: Prefeitura de Goiânia

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